quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

E.A.B./C.A.R.J - PROJETO 1ºBIMESTRE - 6º ANO




PROJETO: “EU CONHEÇO MINHA HISTÓRIA”


Público: Alunos do 6º ano 
Professora Responsável: Patrícia Santos
Disciplinas: História
Período: 1º Bimestre.

Justificativa:
Aguçar o interesse dos alunos pelo estudo da História, demonstrando que o conhecimento histórico não se limita à memorização de nomes e datas e que ela não está apenas nos livros didáticos ou nos filmes, mas também nos sons das ruas, nos objetos que nos cercam, enfim, no cotidiano. Mostrar que a História serve de ferramenta para refletirmos sobre o que estamos lendo e ouvindo. Vale dizer: ela é instrumento de libertação, consciência e cidadania. O projeto EU CONHEÇO A MINHA HISTÓRIA permitirá o desenvolvimento dessas habilidades, além de fortalecer os laços familiares.

Objetivos:
- Possibilitar a construção do próprio conceito de História para que os alunos se posicionem e se percebam como agentes transformadores, observando que as experiências cotidianas podem se tornar objetos de estudo dessa área do conhecimento;
- Por meio de recursos relacionados às convivências cotidianas e familiares, os alunos podem relacionar acontecimentos, observar a importância da oralidade e da transmissão de saberes familiares, aprendendo a diferenciar, selecionar e a organizar diferentes fontes históricas;
- Fortalece os laços familiares. É muito importante que eles investiguem a própria história.

Descrição do Projeto:
- O projeto consiste na exposição de trabalhos em que cada aluno contará suas próprias histórias;
- Serão desenvolvidas atividades de escrita, desenho e montagem de acordo com os seguintes temas e/ou passos abaixo:
·         Árvore genealógica da minha família
·          A história do meu nome;
·         O dia do meu nascimento;
·         Álbuns de fotos;
·         Roupinhas que usaram quando eram bebês;
·         Os primeiros brinquedos;
·         Quem sou eu?
·         Inúmeras lembranças que guardam da própria história, com a ajuda dos familiares. Cada aprendiz produzirá seu próprio trabalho.
Enfim, tragam tudo que conseguirem a respeito da sua história. 

Execução do Projeto:

CARJ - 31/03/2014 
EAB - 04/04/2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

SEJAM BEM VINDOS

É com muita alegria que estamos, aqui, dando início a mais um ano letivo. Vamos fazer desse ambiente um lugar de paz, amizade, alegrias e muitos estudos para obtermos bons resultados.
Explorem bastante essa ferramenta que foi feito com todo carinho para vocês.
Um forte abraço!!!!
Profª Patricia 




AULA - 1º BIMESTRE - 9º ANO

Aula - 06/02/2014 - Aula Inaugural 

PARTE 1

VÍDEO MOTIVACIONAL: VIDA MARIA




Reflexão/ Debate: Mudanças de comportamento para aproveitar as oportunidades.

PARTE 2

  •  Apresentação da professora
  • Objetivos / metas para serem alcançados / metodologia

PARTE 3

  •  Apresentação dos alunos
  • O que esperam desse ano na disciplina de história

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Aula 07/02/2014 -

“Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.” - Mahatma Gandhi
RESUMO DA AULA:

O MUNDO EM GUERRA PELA PRIMEIRA VEZ ( 1ª GUERRA MUNDIAL) CAP 2

  •  Conflito armado ocorrido no início do século XX, no território europeu. Envolveu grande parte dos países do mundo e marcou o início de um período de avanços tecnológicos.
  •   Possíveis causas para o conflito - disputas de mercados internacionais; atrito entre as grandes potências por causa de questões coloniais; a França queria revanche contra a Alemanha por ter perdido o território da Alsácia-Lorena.
  •   A Inglaterra, naquela época, dominava o mercado mundial. Os ingleses eram os maiores fornecedores de produtos maquinofaturados do mundo e fariam tudo ao seu alcance para evitar que essa hegemonia fosse ameaçada.
  •  A Alemanha estava entre as nações que mais lhe incomodavam, pois, em menos de três décadas após sua unificação, já despontava como a segunda maior indústria do mundo.
  •   Na França, desde sua perda da região do Alsácia-Lorena para a Alemanha  gerou um sentimento revanchista. Os franceses não aceitavam a perda desse território, especialmente por ser uma região rica em alguns recursos naturais importantes para o crescimento do setor industrial.
  •   Outra fonte de atrito entre as potências imperiais era o interesse russo sobre os Bálcãs. Visando a obter mais influencia sobre a região balcânica, os russos passarem a incentivar e apoiar os movimentos de resistências balcânicos.
  •   Nesse contexto,ocorreu o episódio que foi considerado o estopim da Primeira Guerra Mundial, o assassinato do herdeiro do trono austro-húngaro,Francisco Ferdinando.
  •   ESTOPIM - Assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa, Sofia, no dia 28 de Junho de 1914. O autor do crime foi Gavrilo Princip, participante do grupo nacionalista  Mão Negra. Esse fato foi, apenas, a “gota d’água”para o início do conflito.
  •   Os países estavam armados e preparados para guerrear. As potências reuniram-se em blocos. Era a preparação para um grande conflito. O mundo esperava uma guerra rápida, mas esta durou 4 anos e arruinou a Europa.
  •   Tríplice Entente: Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917).
  •   Potências Centrais (Tríplice Aliança): Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano.
  •   A Primeira Guerra Mundial - Ocorreu de 28 de julho de 1914 a 11 de novembro de 1918.
  •  Desenvolvimento do conflito - As batalhas desenvolveram-se principalmente em trincheiras. Os soldados ficavam, muitas vezes, centenas de dias entrincheirados, lutando pela conquista de pequenos pedaços de território. A fome e a doença também eram inimigas desses guerreiros.
  •   Nos combates, também houve a utilização de novas tecnologias bélicas como tanques de guerra e aviões. Enquanto os homens lutavam nas trincheiras, as mulheres trabalhavam na indústria bélica, como empregadas. 
  •   As trincheiras - Nas trincheiras, os soldados conviviam com ratos, parasitas, lama ou  pó, frio ou calor, conforme a estação do ano.  Eram protegidas por grandes redes de arame farpado e por muitos homens armados com metralhadoras.
  •   O avanço dos inimigos era retardado pelo uso do arame farpado. As infantarias eram armadas com muitas metralhadoras. A partir de 1915, os alemães começaram a usar gás tóxico. A alimentação era feita à base de carne, vegetais enlatados e biscoitos.

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 Aula: 13/02/2014 - Continuação

"Sempre é hora de fazer o que é certo." Martin Luther King 

RESUMO DA AULA:

O MUNDO EM GUERRA PELA PRIMEIRA VEZ ( 1ª GUERRA MUNDIAL) CAP 2


  •   Os E.U.A vendiam alimentos, combustível, produtos industriais e máquinas para França e Inglaterra, tudo pelo sistema de crediário (“compre agora e pague depois da guerra”).
  •   Com o passar do tempo, a situação ficava pior (destruição, fome, miséria e matança) e os E.U.A começaram a temer que França e Inglaterra não pagassem as mercadorias compradas (os dois países deviam, aproximadamente, 2 bilhões de dólares aos americanos).
  •   Preocupados com um possível não pagamento da dívida, a população americana incentivava a entrada do país na guerra. Em março de 1917, os alemães afundaram alguns navios americanos que iam comercializar com a Inglaterra. Esse fato levou o Congresso americano, no dia 6 de abril, a declarar guerra à Alemanha. A entrada dos Estados Unidos na guerra foi decisiva para a vitória da Entente.                                                                                                                             
  •   O ano de 1917 é essencial para o fim do conflito, pois a Rússia abandonou a guerra em razão do início de sua Revolução e os E.U.A, que, até então, só participavam da guerra como fornecedor, vendo seus investimentos em perigo, entram, militarmente, no conflito, mudando totalmente o destino da guerra e garantindo a vitória da Tríplice Entente.
  •   O presidente dos E.U.A (Woodrow Wilson), em 1918, levou suas ideias ao Congresso no chamado “Programa dos 14 Pontos”. A proposta previa o fim do conflito sem que se atribuísse o peso da culpa e da responsabilidade da guerra a nenhuma nação específica. Seria uma “ paz sem vencedores”, ou, “ paz sem perdedores”. Dessa forma nenhuma nação derrotada teria que arcar com os custos de reconstrução do mundo pós-guerra. Os principais líderes aliados não aceitaram essa proposta de paz estadunidense. A eles interessava um culpado, pois então haveria um ou mais responsáveis e sobre estes recairiam os custos do conflito. A rejeição, especialmente da França e da Inglaterra, fez com que vários outros tratados fossem elaborados.
  •   Resultado da I Guerra - Os perdedores tiveram que assinar o Tratado de Versalhes. A Alemanha teve seu exército reduzido e sua indústria bélica controlada. Teve que devolver à França a região da Alsácia-Lorena. Teve que pagar o prejuízo da guerra aos países vencedores.
  •   O Tratado de Versalhes repercutiu na Alemanha, sendo o principal fator do sentimento de revanche que ocasionou a II guerra. O resultado foi, aproximadamente, 10 milhões de mortos e milhões de feridos. Destruição da produção agrícola, industrial e muito prejuízo econômico.
  •   Assinatura do Tratado de Versalhes - Este fato impunha fortes restrições e punições aos vencidos.
  •   Tratado de Saint Germaim: Imposto ao Império Austro-Húngaro, determinava a independência de várias regiões até então submetidas ao poder austríaco.
  •    Tratado de Sèvres: Imposto ao Império Turco-Otomano. Várias regiões foram entregues a outras nações, grandes extensões territoriais se tornaram protetoras britânicos ou franceses. Aos turcos foi deixada apenas a Turquia, aproximadamente 1/7 da área do antigo Império Turco-Otomano.
  •     Tratado de Trianon: À Hungria, separada da Austrália, foi imposto o tratado que determinava que a cessão de vários territórios às nações vizinhas, diminuindo consideravelmente sua área territorial.
  •   Tratado de Neuilly: Imposto a Bulgária, responsável pela diminuição de grande parte do seu território e pela restrição de suas forças militares.
  •   Após o conflito - Famílias destruídas e crianças órfãs. E.U.A tornou-se o país mais rico do mundo.
  • Império Austro-Húngaro fragmentou-se. Surgimento de alguns países (Iugoslávia) e desaparecimento de outros.
  •   O império turco, após 200 anos de decadência, dividiu-se. Em 1919, foi criada a Liga das Nações (sediada na Suíça). Porém, pouco tempo depois, ela fracassou. O desemprego aumentou na Europa. Quatro anos após a I Guerra, a Europa já não era mais a mesma:  os presidentes substituíram os príncipes; automóveis, submarinos e aviões eram uma   realidade; o cinema e o rádio expandiram-se pelo mundo; as mulheres lutam pelos seus direitos.

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Aula: 14/03/2014 - Continuação 



RESUMO DA AULA:


“A alegria que se tem em pensar e aprender faz-nos pensar e aprender ainda mais.” 
Exercícios de fixação
Façam a leitura do capítulo 2 “ O MUNDO EM GUERRA PELA PRIMEIRA VEZ “ ( Págs: 24 a 32) e respondam   as questões abaixo:

1. Qual das alternativas abaixo apresenta uma das principais causas da Primeira Guerra Mundial?

A - A influência dos Estados Unidos na política econômica europeia no início do século XX.
B - O descontentamento da Itália e Alemanha com a divisão de territórios na África e Ásia no processo de Neocolonialismo (século XIX).
C - A união política, econômica e militar entre Alemanha e Grã-Bretanha.
D - O processo de globalização econômica e a formação da União Europeia no final do século XIX.

2. Qual foi o estopim (fato que deu início) da Primeira Guerra Mundial?

A - A invasão da Polônia pelo exército alemão.
B - A formação do bloco militar composto por Alemanha, Itália e França.
C - O assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do Império Austro-Húngaro.
D - A disputa por território no continente americano, principalmente entre Alemanha e Itália.

3. Qual alternativa apresenta a composição correta dos blocos militares, formados antes da Primeira Guerra Mundial:

A - Tríplice Aliança (Espanha Itália e Alemanha) e Tríplice Entente (Estados Unidos, França e Japão)
B - Tríplice Aliança (Rússia, Alemanha e Itália) e Tríplice Entente (Japão, Alemanha e Grã-Bretanha)
C - Tríplice Aliança (França, Alemanha e Rússia) e Tríplice Entente (Portugal, França e Estados Unidos)
D - Tríplice Aliança (Itália, Império Austro-Húngaro e Alemanha) e Tríplice Entente (Rússia, Reino Unido e França)

4. Qual alternativa descreve de forma correta a participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial?

A - O Brasil participou enviando medicamentos e equipes de assistência médica para ajudar os feridos da Tríplice Entente. Também realizou missões de patrulhamento no Oceano Atlântico, utilizando embarcações militares.
B - O Brasil enviou soldados, veículos militares, armamentos e munições, atuando diretamente nos campos de batalha da Europa.
C - O Brasil ficou neutro durante todo o conflito.
D - O Brasil enviou soldados para ajudar na composição das forças militares da Tríplice Aliança.

5. Sobre o fim da Primeira Guerra Mundial é correto afirmar que:

A - Os países da Tríplice Aliança venceram o conflito e retomaram o controle de diversos territórios na Europa, Ásia e África.
B - Embora derrotados, Alemanha e Império Austro-Húngaro não sofreram punições e restrições militares.
C - Os países da Tríplice Aliança saíram derrotados e foram forçados a assinarem o Tratado de Versalhes, que impôs severas punições e restrições aos derrotados, principalmente à Alemanha.
D - Com a derrota na Primeira Guerra Mundial, os países da Tríplice Entente, principalmente Rússia e Grã-Bretanha, sofreram com uma forte crise econômica nas três décadas seguintes.

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Aula: 20/03/2014 - Continuação
“A falta de amor é a maior de todas as pobrezas.”
Madre Teresa de Calcuta

RESUMO DA AULA:

Exercícios de fixação

Façam a leitura do capítulo 2 “ O MUNDO EM GUERRA PELAPRIMEIRA VEZ “ ( Págs: 24 a 32) e respondam   as questões abaixo no caderno:

1- Observe a foto destes soldados britânicos entrincheirados durante a Primeira Guerra Mundial.

Com base nessas informações, responda:

a) Identifique as duas fases que marcam os conflitos da Primeira Guerra Mundial.

 Para responder essa questão, basta identificar os dois momentos distintos da Primeira Guerra Mundial. Entre 1914 – 1915, a Guerra de Movimento esteve marcada pelos violentos ataques dos exércitos alemães. Já entre 1915 e 1917, a guerra de posições demonstra o maior equilíbrio de forças entre os inimigos que lutavam na guerra.

b) Descreva as dificuldades experimentadas pelos soldados que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra.

As trincheiras impunham aos soldados condições de vida extremas, onde tinham que se submeter à insalubridade e o desconforto das valas que separavam os exércitos inimigos. Não raro, as trincheiras se transformavam em foco de doenças que poderiam ser tão mortais quanto o poder de fogo das armas inimigas.

2- Faça a leitura do seguinte texto:

“Impôs-se à Alemanha uma paz punitiva, justificada pelo argumento de que o Estado era o único responsável pela guerra e todas as suas consequências (...)” HOBSBAWM, Eric J., Era dos extremos: o breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

a) Aponte qual foi o principal tratado assinado após a Primeira Guerra Mundial.

 O candidato deve fazer menção ao Tratado de Versalhes.

b) Com base no texto e nos pontos do Tratado de Versalhes, explique por que o historiador britânico Eric J. Hobsbawm diz que os alemães foram alvo de uma “paz punitiva”.

Nessa questão é necessário apontar que a Alemanha foi vítima de uma “paz punitiva” ao ser obrigada a reduzir os seus exércitos e pagar pesadas indenizações para as nações que venceram o conflito. No pós-guerra essas exigências impuseram graves problemas sociais e econômicos ao povo alemão. 


3- Observe essa imagem: 

A partir dessa imagem, estabeleça a relação presente entre o assassinato de Francisco Ferdinando e o começo da Primeira Guerra Mundial.

Apesar de não ser o motivo que explica a deflagração da Primeira Guerra Mundial, o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando é o evento responsável pela ativação das alianças militares já firmadas antes do conflito. Inicialmente, a declaração de guerra da Rússia contra o Império Austro-húngaro foi o primeiro passo para que outras potências europeias se envolvessem no confronto.

4- Explique por que alguns críticos dizem que a assinatura do Tratado de Versalhes determinou a perda da chance que os países vencedores tinham para selar a paz.

 Analisando os pontos que fundamentam esse tratado, vemos que as nações vitoriosas buscaram impor pesadas sanções contra a Alemanha, vista como grande responsável pelo conflito. Dessa forma, alimentaram um terrível sentimento de revanche que fomentou o desenvolvimento das ações que permitiram o acontecimento da Segunda Guerra Mundial

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Aula 21/02/2014    Vídeo aula



Assistam o filme " Cavalo de Guerra" e escrevam todos os elementos que vocês puderam 

perceber sobre Primeira Guerra Mundial

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Aula 27/02/2014 


Exercícios de fixação

Responda no seu caderno
Primeira Guerra Mundial.

1- Explique o acontecimento denominado de "PAZ ARMADA".
2- Entre os antecedentes da Primeira Grande Guerra qual podemos apontar como principal fator? Justifique.
3- Qual a diferença de conceito em relação aos termos Neocolonialismo e Imperialismo?
4- Sobre as fases da Guerra podemos dividi-la em..... ? Caracterize cada uma das fases.
5- Quais interesses motivaram a participação dos E.U.A no conflito?
6- Cite as consequências da Primeira Grande Guerra.
7- Participaram ativamente na Primeira Guerra Mundial vários nomes que se tornaram muito conhecidos.
Cite o nome desses personagens e os principais fatos que fizeram com que eles se destacassem.

GABARITO ESTARÁ DISPONÍVEL DEPOIS DA CORREÇÃO EM SALA DE AULA

AULA - 1º BIMESTRE - 8º ANO

Aula - E.A.B 05/02/2014 / C.A.R.J 10/02/2014  Aula Inaugural 

PARTE 1

VÍDEO MOTIVACIONAL: VIDA MARIA



Reflexão/ Debate: Mudanças de comportamento para aproveitar as oportunidades.

PARTE 2

  •  Apresentação da professora
  • Objetivos / metas para serem alcançados / metodologia

PARTE 3

  •  Apresentação dos alunos
  • O que esperam desse ano na disciplina de história

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Aula E.A.B 07/02/2014 / C.A.R.J 11/02/2014 

‘’Se alguém varre as ruas para viver, deve varrê-las como Michelângleo pintava como Beethoven compunha, como Shakespeare escrevia’’.
Martin Luther King
RESUMO DA AULA:                                                                                                      
UM BRASIL HOLANDÊS – CAPÍTULO 1


  • INVASÕES HOLANDESAS - Invasões holandesas é o nome dado habitualmente, na historiografia brasileira, ao projeto de ocupação do nordeste do Brasil pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais (WIC) durante o século XVII. Os holandeses invadiram o Brasil duas vezes, em lugares e ocasiões diferentes: Entre 1624 e 1625 em Salvador de Baía; Entre 1630 e 1654 em Pernambuco .
  •   CONTEXTO - A motivação, em ambos os casos, era a mesma: os interesses das Províncias Unidas no comércio de açúcar tinham seus resultados afetados pela união dinástica, a que pertenciam Portugal e os demais reinos espanhóis em 1580. No final do século XVI, a Espanha livrava-se da guerra de Flandes contra as Províncias Unidas dos Países Baixos, estes tentavam conseguir sua independência da coroa espanhola. No contexto da guerra, Felipe II decretou um embargo comercial, proibindo que os holandeses comprassem açúcar no porto de Lisboa para revender ao resto da Europa, prejudicando os privilégios comerciais que estes possuíam, e também a recepção de empréstimos holandeses fornecidos aos portugueses para a montagem de talentos de açúcar. Por causa dessas restrições, os holandeses centraram-se no comércio no oceano Índico, mediante a criação, em 1602, da Companhia Holandesa das Índias Orientais, que obteve o monopólio do comércio oriental. O sucesso da experiência levou à organização, em 1621 , da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais (WIC), que obteve o monopólio do tráfico de escravos, durante 24 anos, entre América e África. O maior objetivo da Companhia era ocupar as regiões produtoras de açúcar e recuperar os benefícios do antigo negócio.
  •   ANTECEDENTES - Em setembro de 1598, a esquadra do almirante Oliverio Van Noort, com 4 navios e 248 homens saíram de Rotterdam; passando em frente à costa brasileira, Van Noort solicitou às autoridades locais permissão para abastecer na baía de Guanabara, o que lhe foi negado de acordo as instruções da metrópole. A tentativa hostil de desembarque que, a seguir levaram a cabo os holandeses, seria repelido pelas forças luso-brasileiras, e Van Noort continuaria sua viagem para a Patagônia e Peru. A mesma sorte correria a expedição holandesa que baixo o comando de Joris Van Spielbergen tentaria em 1615 desembarcar em San Vicente.
  •   TOMADA DE SALVADOR DA BAHIA - A primeira invasão vitoriosa ocorreu em junho de 1624: uma frota conjunta das Províncias Unidas e a WIC sob o comando de Jacob Willekens e Piet Hein tomou a cidade de Salvador da Bahia sem encontrar resistência por parte das escassas forças defensoras. No ano seguinte, a cidade, baixo domínio holandês, seria sitiada e recuperada em 1º de maio por uma expedição hispano-portuguesa sob o comando de Fadrique de Toledo. Em 1627 Salvador seria novamente objeto de um ataque pela frota de Piet Hein, que nessa ocasião não conseguiu tomar a cidade, ainda que se apoderou da frota portuguesa amarrada na baía.
  •   TOMADA DE FERNANDO DE NORONHA - A Ilha de Fernando de Noronha foi ocupada em 1628 com o propósito de que servisse de base à conquista de Pernambuco. Encontrando só uns poucos desterrados na ilha, tomaram posse dela para o Reino de Holanda e deixaram um pequeno batalhão de campanha ao comando do Capitão Cornelius; que ataca com 8 canhões a baía de Santo Antônio, seu principal porto. Por determinação do superintendente de guerra da capitania de Pernambuco, Matias de Albuquerque, esta companhia foi expulsa em 1630. 
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Aula E.A.B 12/02/2014 / C.A.R.J 17/02/2014 - continuação 
"A amizade é um amor que nunca morre."

Mario Quintana
RESUMO DA AULA                                                                                                                              
      
UM BRASIL HOLANDÊS – CAPÍTULO 1

  •    OCUPAÇÃO DE PERNAMBUCO -  Na capitania de Pernambuco, a invasão holandesa iniciou-se em 1630 com uma esquadra que contava com 66 embarcações e 7.280 homens que começaram com a ocupação de Recife e Olinda. Os portugueses opuseram resistência, liderada por Matias de Albuquerque, que usou táticas de guerrilha para confinar o invasor às fortalezas situadas no perímetro urbano de Olinda e de seu porto, Recife. As companhias de emboscada eram pequenos grupos de 10 a 40 homens, com alta mobilidade, que atacavam por surpresa os holandeses e se retiravam velozmente, reagrupando-se para novos combates.
  •   No entanto alguns grandes proprietários de talentos de açúcar aceitaram a administração holandesa por entender que uma capital e uma administração mais liberal contribuiriam ao desenvolvimento de seus negócios. O melhor representante destes foi Domingos Fernandes Calabar, considerado na história brasileira como um traidor, ao apoiar as forças de ocupação e a administração holandesa. Estas cruciais ajudas permitiram a conquista por parte dos holandeses da Capitania de Rio Grande (do norte) e de Paraíba em 1634. A aventura para o norte do território brasileiro continuaram em 1637 com aliança entre os indígenas, que tomam o forte de San Sebastián e juntos expulsam aos portugueses de Ceará.
  •    DOMINGOS CALABAR - Domingos Fernandes Calabar teve seu nome associado à ideia de traição. Em 22 de abril de 1632, Calabar se aliou aos holandeses. Embora o significado de seu gesto e suas intenções jamais tenham sido totalmente esclarecidos, as consequências de sua atitude mudaram os rumos do conflito.
  •    Em 1635, as forças holandesas, comandadas pelo coronel polaco Crestofle d'Artischau Arciszewski, captura Arraial do Bom Jesus, após um longo assédio. Quase simultaneamente outra força, comandada pelo coronel Sigismundo Von Schkoppe, captura o Forte de Nazaré, no Cabo de Santo Agostinho, com isso os holandeses acabam com as últimas resistências portuguesas que ficavam em Pernambuco .
  •   João Maurício de Nassau Siegen -  A boa administração de Nassau possibilitou à Nova Holanda – novo nome da região naquela época – se consolidar como uma das regiões mais importantes do mundo colonial do século XVII.
  •   O GOVERNO DE NASSAU - Concedeu liberdade religiosa, registrando-se a fundação, em Recife, da primeira sinagoga do continente americano. A liberdade religiosa concedida por Nassau era, em verdadeiro modo, uma necessidade, pois enquanto os proprietários de terras eram católicos, as tropas holandesas eram protestantes, e os comerciantes portugueses que intermediavam o negócio de açúcar na colônia eram judeus que já tinham que se esconder da Inquisição. Em 1637, Nassau empreende rumo ao sul conquistando Sergipe e de passagem, o atual território de Alagoas. No ano seguinte aventura-se ainda mais e com uma frota tenta capturar a capital colonial do Brasil, Salvador, mas os portugueses repelem a invasão. A volta de mão chega em 1640 em que uma frota hispano-portuguesa comandada pelo conde de Torre falha em sua tentativa de reconquistar Pernambuco. Pelo norte, Nassau tenta conquistar a desembocadura do Amazonas, mas é repelido.  A partir de 1640, com a restauração da coroa portuguesa, o Brasil pronunciou-se a favor do Duque de Bragança, proclamado rei como Juan IV de Portugal, conseguindo independência da Espanha. Em 1641 , assinou-se mediante o tratado de Haia uma trégua de dez anos entre Portugal e as Províncias Unidas, que na prática não levar-se-ia a efeito fora da Europa. Uma prova disso foi na conquista de São Luís do Maranhão por parte dos holandeses em 1641. No nordeste do Brasil, ainda baixo controle holandês, as terras produtoras de cana de açúcar viviam em dificuldades em um ano de pragas e seca, pressionados pela WIC que, sem considerar a moderação política de Nassau, passou a cobrar a liquidação das dívidas aos proprietários de talentos. Em 1644 ocorrem umas séries de catástrofes para Nassau, primeiro os portugueses recuperam São Luís e o território do Maranhão, enquanto também se perde o Ceará a mãos dos nativos, que terminam expulsando todos os europeus de seu território e destroem o forte de San Sebastián. Nassau volta à Europa, devido a desavenças na WIC. Esta conjuntura levou à explosão da Insurreição Pernambucana (também conhecida como Guerra da Luz Divina), que culminou com a extinção do domínio holandês no Brasil. Este movimento foi liderança pelo grande proprietário de talentos André Vidal de Negreiros, pelo negro Henrique Dias e pelo índio Felipe Camarão.

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Aula E.A.B 14/02/2014 / C.A.R.J 18/02/2014  - Continuação 


"Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."
Madre Teresa de Calcutá

RESUMO DA AULA                                                                                                                              
      
UM BRASIL HOLANDÊS – CAPÍTULO 1

  •  Em 1649 Matias Beck reconquista o Ceará para Holanda, estabelece-se na desembocadura do rio Pajeú e funda o forte Schoonenborch, com isso começaram os trabalhos na busca das minas de prata. Apesar da forte resistência indígena, os holandeses conseguiram permanecer no território.
  •   A batalha dos Guararapes, em 1649 , marcou uma situação favorável aos luso-brasileiros, e, em 1654 , depois de render Recife, os holandeses deixaram definitivamente Brasil.
  •   Formalmente, a rendição foi assinada o 26 de janeiro de 1654, mas só teve efeitos completos em 6 de agosto de 1661, com a assinatura da paz, pela qual Portugal pagou às Províncias Unidas 4 milhões de cruzados, equivalentes a 63 toneladas de ouro.
  •   De acordo com alguns estudiosos da história do Brasil, este movimento significaria o início do nacionalismo brasileiro, pois brancos, negros e índios uniram-se para lutar pelos interesses do Brasil.
  •   CONSEQUÊNCIAS- Em consequência das invasões do nordeste do Brasil, os capitais holandeses passaram a dominar todas as etapas da produção de açúcar, desde a plantação da cana de açúcar até o refino e a distribuição. Com o controle também do mercado abastecedor de escravos durante sua ocupação das posses portuguesas na África, passaram a investir em produção açucareira na região das Antilhas.
  •   Ao serem expulsos de Pernambuco, os holandeses levaram todo o conhecimento de produção adquirido, os capitais e o conhecimento comercial dos comerciantes judeus de origem português. Em pouco tempo, a produção antilhana tornou-se mais lucrativa para Holanda que o comércio com Portugal, e a economia brasileira entrou em decadência, só se recuperando definitivamente no século seguinte, com a descoberta de ouro em Minas Gerais. 
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Aula E.A.B 19/02/2014  - 21/02/2014 / C.A.R.J 24/02/2014 - 24/02/2014     

Exercícios de Fixação

Façam a leitura do capítulo 1 e respondam os exercícios:

1- Explique porque Espanha e Portugal se uniram sob o mesmo governo.
2- Defina o que foi o sebastianismo.
3-Depois que Felipe II, conhecido como Felipe I (em Portugal) diversos arranjos administrativos foram realizados no tempo da União Ibérica. Quais as garantias foram dadas para Portugal?
4- Quais países eram conhecidos como “Países Baixos”?
5-Em 1621, as limitações impostas aos negócios ligados ao açúcar levaram negociantes holandeses a fundar a Companhia das Índias Ocidentais. Qual função ela possuía?
6-O que impulsionou a invasão holandesa de 1624?
7-O que impulsionou a invasão holandesa de 1630?
8-Porque Domingos Fernandes Calabar ficou conhecido como grande traidor?
9-O que foi a guerra dos Mascate?
10- Maurício de Nassau era protestante calvinista. Também tinha grande experiência militar. Escolheu Recife, em Pernambuco, para ser a capital do domínio holandês no Brasil. Dedicou os três primeiros anos de sua administração para a reorganização urbana. Que medidas Nassau fez no seu governo?

O GABARITO ESTARÁ DISPONÍVEL DEPOIS DA CORREÇÃO EM SALA.

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Aula E.A.B 27/02/2014  - 



Ep. 03: Na Companhia dos Holandeses - 500 Anos: O Brasil Colônia na TV - TV Escola


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